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Bichos Escrotos - Carpe Diem

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3° TRR 'Contra a fome"

Não aguentava mais esperar chegar esse dia. Enfim, chegou! Estava muito animado, pois depois de 2 eventos, as pessoas na rua já me cobravam por festas e logo me perguntava quando teria outro. Sabia que seria um sucesso, já não tinha medo de competir com as velhas discotecas e aquela repetição de grupos locais todos os finais de semana em Curaçá. Enfim, as pessoas havia aprendido a ouvir ou, pelo menos, mesclar um pouquinho o som, elas começaram a ouvir e dançar rock'roll, não éramos mais aquele grupo de 15, 20 pessoas que sempre nos encontrava pra ouvir um som alternativo e mais interessante. Casa cheia, isso era uma certeza. Então, vamos lá. Isso ano veio Outdó, assim como Carrancudos, de Petrolina. No ano passado, no mesmo tributo, Petrônio trouxe um amigo para fazer participação no voz e violão, Allan Carlos. Todos gostaram, por isso, resolvi trazer sua banda, Outdó.

2° Tributo

Depois do 1°, tudo ficou mais fácil. Empolgado com o sucesso do ano anterior resolvir dar prosseguimento às homenagens a Renato Russo. Como ele morrera no dia 11 de outubro, sempre véspera de feriado, não importando o dia, se é segunda ou sexta, sempre seria um dia bom para curtir. Então, por que não continuar reunindo o pessoal para ver vídeos da Legião Urbana, cantar suas canções e mesclar com som dos anos 80...relembrando velhos hits...foi o que fiz. Aproveitei a ocasião para realizar um sonho meu antigo e mais apimentando em 2003, quando entrava na faculdade e conhecera o som dos Carrancudos, uma das melhores bandas da região, mas precisamente de Petrolina-PE. Já conhecia algumas canções, porém nunca tinha visto nenhuma apresentação da Banda. Desejo realizado...sempre curtia o som deles nas diversas festas do fera durante o tempo que fiquei na faculdade, mas sem contato com o pessoal da banda. Cheguei a conhecer, por intermédio de um amigo que fazia o curso história, o baterista Sandro, mas nunca consegui articular em ocasião mais amigável para que pudesse conhecer o restante do grupo. Porém me surpreendi quando tomava uma sopa no Caís do Porto em Juazeiro, ao ouvir um rapaz cantar algumas canções que o meu ouvida já havia escutado...me veio uma dúvida..será que ele toca em Carrancudos...pra ter a certeza pedir ao garçom que o entregasse um pedaço de papel com o pedido de música, pedir para que ele cantasse Advogando por Havana, uma música da banda que eu conhecia...fiquei feliz, pois ele tocou e agradeceu pelo pedido. Logo depois, ele sentara na minha mesa, pronto: finalmente conheci Petrônio Renieri, vocalista e líder dos Carrancudos. Ali mesmo já fiz o convite para tocar em Curaçá...o que veio ser realidade no dia 11 de Outubro de 2007, no 2° Tributo a Renato Russo. Simplesmente foi um estouro, sucesso total, casa cheia, galera animada, um sonho concretizado, Carrancudos matou a pau.

Nasce o Tributo a Renato Russo

Fã que sou de Renato Russo e da Legião Urbana, não podia deixar realizar um evento pra homenagiá-lo. Foi o que fiz. Logo procurei Jane e Maurízio, falei da idéia para viabilizar uma possibilidade de um Show dos Bichos Escrotos e uma galera de convidados cantanto músicas de Renato, num tributo. Legal, ambos concordaram...então mãos à obra. Começamos a organizar os coisas, a convidar e confirmar presença de músicos, local, som e tudo mais. E assim foi, conseguimos realizar o 1° Tributo a Renato Russo, seria uma semente de um novo tempo. Nascera ali um grande encontro de amigos e artistas.

10 Anos em Renato Russo

11/10/2008 - 1O anos de saudades...

Renato Manfredini Júnior nasceu no Rio de Janeiro em 27 de março de 1960, filho do economista Renato Manfredini, funcionário do Banco do Brasil e de Dona Maria do Carmo, professora de inglês. Ele aprendeu inglês desde pequeno, quando morou, dos 7 aos 10 anos, em Nova York. Nova transferêcia do pai levou o menino, já com 13 anos, a Brasília que tanto marcou sua música. Renato teve uma infância e adolescência de classe média alta, típica do pessoal das bandas de Brasília. Entre os 15 e os 17 anos enfrentou várias operações e viveu entre a cama e a cadeira de rodas, combatendo uma doença óssea rara chamada epifisiólise.

Em 78, inspirado pelo Sex Pistols, Renato formou o Aborto Elétrico, que no vai e vem de integrantes, contou com participações de Fê e Flavio Lemos (depois do Capital Inicial), Ico Ouro Preto e André Pretorius. Em 82 abandonou o Aborto Elétrico e passou a fazer trabalhos solos. Neste período ficou conhecido como “O Trovador Solitário”. Quando a lendária “cena de Brasília” já era uma força underground reconhecida, Renato Russo formou a Legião Urbana com Marcelo Bonfá, Eduardo Paraná e Paulo Paulista. Um ano depois, Paraná e Paulista deixavam a banda e entrava Dado Villa-Lobos. Renato Rocha se juntou a banda em 84.

Com seus refrões poderosos e letras que falavam de inseguranças emocionais e do niilismo da geração crescida durante o regime militar, a Legião Urbana bateu fundo nos anseios dos jovens brasileiros. Sucessos como “Eduardo e Mônica” e “Quase Sem Querer” falavam uma língua que qualquer jovem urbano brasileiro dos anos 80 podia entender e se identificar.

A partir de 1993, Renato deu vazão a seus projetos solo e lançou The Stonewall Celebration Concert e Equilíbrio Distante.

O primeiro, cantado em inglês, foi homenagem ao grande amor de sua vida que morreu de overdose. Renato faz então seu disco mais militante ao som o orgulho de ser gay, ao som de covers da Broadway e Madonna. Stonewall é o nome de um bar nova-iorquino onde, num célebre acontecimento em 69, gays se rebelaram contra a ação política. Equilíbrio Distante traz Renato interpretando canções de música italiana, uma das manias recentes do cantor.

Renato era HIV positivo desde 1990, mas nunca assumiu publicamente a doença. Desde a época de “Descobrimento do Brasil”, Renato andava recluso e arredio e evitava a imprensa. As suspeitas se comprovaram em 11 de outubro de 1996 com sua morte por broncopneumopatia, septicemia e infecção urinária - consequências da AIDS -, pesando só 45 quilos.

3° Curaçá Pira

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